A expansão dos serviços Bancários Digitais

A criação dos primeiros bancos estritamente digitais, que teve início na década de 2010, prenunciou a corrida de armas de serviços bancários que se evidencia atualmente. Um exemplo recente se encontra na elaboração de serviços de conta corrente e cartão de crédito pela corretora Rico. Trata-se de movimento inverso do que vinha ocorrendo ultimamente, a exemplo do Nubank e Banco Inter, que integraram plataformas de investimentos aliados às suas atividades bancárias já estabelecidas. O que se pode deduzir da razão dessa implementação é o direcionamento para o público jovem, nicho que aparenta ainda não ter sido explorado integralmente, apesar da pluralidade de tecnologias destinadas a essa parcela consumidora de serviços financeiros.




A atenção às parcelas da população que não utilizam produtos financeiros em sua maior potencialidade também não se encerra na análise da faixa etária, volta-se também para empresas distantes da atividade financeira. Nesse passo, o Grupo Real, distribuidora de peças de automóveis, e a Natura, empresa atuante na venda de cosméticos, consolidaram vertente de serviços, elaborando, respectivamente, o Perbank e a Conta Natura. Esse ato compõe parte de uma estratégia de valorização do negócio, visando atender aos consumidores típicos próximos a tais empresas, que carecem de soluções direcionadas às suas necessidades específicas.


A expansão dos serviços tipicamente bancários a outras esferas do mercado constitui tendência que requer atenção para compreender as movimentações da economia. Assim, é importante se manter atento de que modo você está inserido em face dessa crescente de opções na sua vida financeira e profissional.



Autor: André Luiz Pinheiro Gonzales

e Tatiani Vargas Frassoni



OAB/RS 82.072


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